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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
O vento...
Às vezes o vento da vida leva nosso barquinho a navegar por mares desde então desconhecidos, e nós, na maioria das vezes, nos jogamos nessa viagem sem ao menos saber os perigos que podemos encontrar, ou não. Mas nem todos são assim, nem todos têm a coragem de Cabral – que mesmo sendo informado sobre as possíveis criaturas que habitavam os mares, elementos mitológicos dos séculos passados – se jogou o novo e descobriu o paraíso. Mas ele teve sorte, pois assim como o mar, é a vida... Nunca sabemos o que nos aguarda detrás daquela onda gigante, a não ser que não tenhamos medo de arriscar. E é sobre esse “medo” de arriscar que perdemos ou não as melhores coisas de nossas vidas: um bom trabalho, um novo amor, aquela tão sonhada promoção, novos conhecimentos, o novo... È, o novo, mas porem, incerto, perigoso, arriscado. Possa ser que até se arrependa em ter empurrado o barquinho para além da onda gigante, mas com certeza não será em vão... Nada na vida é em vão... Nada? Bem, você pode até discordar, mas realmente nada é em vão. Pois se tivemos coragem de nos jogarmos em algo é porque no fundo, no fundo queríamos provar o sabor desses “se jogar”, seja ele doce ou amargo, proveitoso ou não, valeu a pena ou não... Agora uma coisa é certa, não se acomode, não fique parado nesse mar que você acha que porque está tudo calmo (mesmo não estando) é o que tem... Não... CORRA... VIVA... Nada cai do céu, corra atrás de seus sonhos, atrás de sua felicidade... Erga a cabeça e tenha coragem para navegar... seguir em frente e descobrir em algum mar seu porto seguro.
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