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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Saídas...




Dança contemporânea, dentro e fora d'água. Assim é Palavra úmida, espetáculo da Cia. dos Homens, coreografado por Cláudia São Bento, que também é uma das dançarinas.

O tema é o contato do corpo com a água e a liberdade desse delicado movimento. A apresentação começa na água, mas extrapola o limite dos 96 mil litros de água. São abordados temas diferentes, sem necessariamente contar uma história, abordando desde a água do útero até o sentido de purificação que o líquido tem.


 

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

MOmento

Dos dias...


Amanhã será o dia... DIA D... depois de muito tempo retorno a meu apê para uma faxina geral, motivo: voltarei a habitar nele depois de longos dias longe!!! Sei que não será fácil me habituar novamente a uma rotina que já não lembrava mais como era, mas... O que era doce acabou. ao menos uma parte do doce, pois sei que no fundo da panela ainda existe um "bucadinho" e que ao menos nos finais de semana poderei me deliciar. Enfim... 2011 começará agora para mim...

Facul...


A imaginação é a faculdade dos gênios...

Sentirei Saudades


Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absorver a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida.

ÓculOs MágicOs



Usando óculos mágicos,
Vejo a vida como verdadeiramente ela é,
Nada de sentimentos fantásticos,
Só a humanidade nua e crua,
Que vai ingerindo as sementes com um passatempo,
As sementes da esperança desse mundo.

Você, como se comporta?
É capaz de controlar seus instintos,
Ou é apenas mais um humano cheio de desordem.

'Como a grande Éris um dia falou,
Os humanos não precisam de nada,
Eles sozinhos, vão se auto-destruir...'

Existe esse silêncio,
Que está ecoando,
Em florestas, que outrora foram cheia de vida,
Agora são só vestígio do veneno,
Que o homem destilou nos seios da mãe Gaia.

E entre ele, e o sono eterno de Nix,
Existe um grande vazio,
O buraco que Éris preveu,
Antes mesmo de existir a linha do destino...
Todos estamos indo para o Tártaro,
Tudo culpa da desordem...

Quando eu me tornei o sol,
Consegui iluminar a vida dos homens,
Porém, não sei se o caos
Que alimenta a beleza de Éris,
Vai deixar minha luz chegar aos olhos deles.

Pobre humanidade,
Sem nenhum futuro,
Abandonou suas divindades,
E agora vive num mundo,
Cada vez mais obscuro...

Desordem, respeitem a desordem.
Veneno, aceitem o veneno,
Caos, adorem o caos.
Tolos humanos,
Não percebem que no fim,
Éris não fez nada...

Apenas sugeriu tudo,
Lembram do pomo de ouro?
Foi a primeira sugestão dela...
Desordem, ela é a deusa,
Por isso que a venero.

Fim das Férias


Volto à vida, fui ao Mar.
Pouco pensei, muito não fiz.
Férias,... há férias: extra vida,  é o que és!